Cotidiano

O cotidiano insiste
Em ser sempre o mesmo
Não desiste
de nunca inovar

Mesmo que parta sem rumo
Ao léo, a esmo
O cotidiano não é capaz
De querer mudar

Ciclos, loops, repetições
Serão sempre quatro, as estações
Nada muda pra quem se esconde
Morto, atrás das pálpebras

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s