Alma lavada

O menino de alma lavada
E quarada na amargura
Pergunta ao vento porque
Justo ele tem que sofrer assim

Seja quem for
Quem inventou tudo disso
Seja mais justo
E tenha piedade de mim

Não agüento mais tanta tranqueira
Miséria, sirene, bala perdida
Do outro lado do asfalto
Nunca foi assim

Só quero do mundo
Igualdade sem preconceito
Quero lutar do meu jeito
Sem ter que morrer no fim

Viver meus sonhos

Que nem são tão grandes
Quero crescer bastante
Quero poder ser mais de mim

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