11 anos

Não direi que parece que foi ontem
Porque não foi
Onze anos é tempo amplo, latifúndio de horas
Não se resume num dia de Leopold Bloom por James Joyce

Também não direi que muita água passou debaixo da ponte
Ainda mais em tempos de crise hídrica
Quando tive sede de sua presença e seu sorriso
Você a matou, sempre.

Não vou dizer que somos feito vinho
Que quanto mais velhos, melhores
Mas temos passado com leveza pelo tempo
No meu caso, de forma – ou fora de forma – não literal. 🙂

Éramos dois e nos tornamos um
Sem simbiose doentia, com sadios amor e respeito
Viramos cinco na arte de fazer meninos bonitos
E ganhamos a companhia louca e luxuosa de Théo, Gael e Luca.

Obrigado por tudo, Naymme! Minha musa que não combina com clichês.

Do seu sempre Pôco, Richard Jério e Jorge Clone.

cassadim II

Um pensamento sobre “11 anos

  1. Rubinho disse:

    Parabens para os dois, parabens pelo tempo. E a voce, meu segundo predileto, rsrs, parabens pela forma, não do Richard, nem do Clone, o Clone, mas desses seus 3 clones, conjuntos das células resultantes das divisões sucessivas de uma célula única , voce e Naymme. Ahh… são tantas as palavras, mas não tantas e tão bonitas e bem agrupadas quanto às que voce foi capaz de reunir pra falar do seu grande amor por essa menina maravilhosa. Parabens pela vida que voces estão construindo. Tio Rubim.

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